Notícias

Ideologia de gênero forçada em livros didáticos: o caso de Ariquemes-RO

2098
0

(…) um passo importante no avanço da agenda de gênero é conquistar

os ambientes de educação e de comunicação: as escolas e a mídia.

É decisivo para esses ideólogos conseguir o dinheiro público

para entrar nos institutos escolares e formar as mentes de gerações

e mais gerações de jovens e crianças na sua cartilha.

Cursos e seminários sobre a “igualdade de gênero” ou a “homofobia

não passam, pois, de Cavalos de Tróia, cuidadosamente introduzidos

nas escolas e nas universidades para modelar e (de)formar as almas dos mais frágeis.

(Pe. Paulo Ricardo – Os cinco mandamentos da ideologia de gênero)

 

 

Nos últimos dias, principalmente no mês passado (Jan/2017), um pequeno município de Rondônia, Ariquemes, vem sendo protagonista dos noticiários devido ao fato de o prefeito, Thiago Flores (PMDB), juntamente com os vereadores e a população terem se manifestado contra a presença de propaganda homossexual nos livros didáticos para crianças do Ensino Fundamental.

Em um artigo anterior, sobre o desempenho de nossos alunos no Pisa, que pode ser lido aqui, prometi ao leitor retomar esse assunto, que foi apenas mencionado, e agora aqui está.

A maioria das agências de notícias e de blogues espalhados pela internet passa a notícia de maneira parcial, omitindo uma série de fatos para vilanizar o prefeito ou tomando o partido dos ideólogos de gêneros e de seus asseclas. Como exemplo, cito a matéria do G1 que já em seu título deixa claro sua posição: “Não me arrependo”, diz prefeito que quer tirar páginas didáticas com união gay, somente daqui é possível tirar vários posicionamentos da imprensa em relação à agenda do marxismo cultural, especificamente, neste caso, da ideologia de gênero.

A questão do casamento gay parece que já é algo tradicional, e em acordo com a moral, o belo e o verdadeiro, dentro da legalidade e que deve ser aceito, ensinado e jamais questionado. De acordo com o título da notícia citada, parece que o prefeito é um criminoso, já condenado, e que, para agravar sua conduta, não se arrepende do crime que cometeu.

Outra observação a ser feita, tanto a matéria citada, como muitas outras que vêm abordando a notícia, afirmam que a decisão foi do prefeito unicamente, lemos construções como “o prefeito determinou”, “o prefeito afirmou”, “o prefeito realizou…” etc. dando a entender que foi também uma decisão arbitrária dele e à revelia da população, o que não é verdade. Houve votação entre os vereadores, bem como uma enquete popular, sendo que a maioria dos vereadores e da população votou a favor da retirada do conteúdo dos livros didáticos, ou seja, a maioria foi contra a implantação de ideologia de gêneros para as crianças, leia a matéria aqui.

Um jargão comum do jornalismo desonesto é afirmar que a decisão foi polêmica, ou que divide opiniões, o que também é mentira. Basta usarmos aqui a boa e velha lógica, se a maioria das pessoas é contra, então o assunto não está dividido ou polemizado, já está decidido, somente com uma minoria discordando. Esta minoria pode ter um valor numérico reduzido ou um pouco maior, porém não supera em número a maioria, pois, ao superar, esta deixaria de ser chamada de ‘maioria’ devido ao valor numérico, sendo que este nome passaria a ser empregue àquela.

Dando continuidade à questão da polêmica, para apresentar provas de sua argumentação, a matéria do G1 fornece um print da página de Facebook do Dep. Jean Willys (PSOL-RJ) criticando o prefeito, sendo que este oferece apenas uma breve resposta ironizando o deputado e deixando claro que não discutirá com ele.

Em outras palavras, isso não é uma prova, tampouco um argumento, de que há polêmica e opiniões divididas sobre o assunto. Isso é basicamente a agenda de gênero sendo imposta à força à população brasileira, visto que vários órgãos governamentais estão recorrendo e ameaçando o prefeito, querendo impor a ideologia de gênero aos cidadãos de Ariquemes, mesmo já comprovado que as instituições locais e a população não desejam isso, bem como se utilizaram das vias legais para demonstrar tal insatisfação, ou seja, o prefeito, os vereadores e a população de Ariquemes fizeram tudo corretamente e, ainda assim, seus direitos serão negados!

image4

Depois, há um punhado de gente que vem falar que a esquerda é ‘mais amor’ e se preocupa com o povo. A esquerda se preocupa com o povo somente quando eles a obedecem! Para ser gado, massa de manobra, nada mais! Quando o povo toma uma decisão contrária aos interesses da esquerda, esta é a primeira a insultá-lo, querendo colocar sua agenda apulso, ou até mesmo, em último caso, massacrar o povo, como todo regime comunista tem feito na história, na Rússia, China, Coréia do Norte, Camboja, Vietnam, Cuba, entre outros.

O Brasil já está bem perto disso! Vamos ficar atentos e reagir!

Sobre a resistência a esses interesses no Brasil, a realidade é bem contraditória, o que é de se esperar, já que o ser humano, e também a realidade, são complexos e contraditórios, sendo mais racional tentarmos resolver apenas parte dessas contradições e saber conciliar e conviver com as demais, e não tentar mudar a realidade, numa tentativa esquizofrênica vã. As grandes cidades e capitais brasileiras, nas cimeiras de suas vaidades de serem ‘avançadas’ e estarem ‘antenadas’ nos acontecimentos e tendências da Europa e dos Estados Unidos, são as maiores vítimas do marxismo cultural ao estarem disseminando, apoiando e praticando o gayzismo, o feminismo, a promiscuidade (confundida com liberdade sexual), o banditismo (a visão deturpada de os bandidos serem vítimas ou até heróis da sociedade) etc.

De maneira distinta (e é aí que estão certas contradições), nas cidades pequenas e nos interiores de nosso país, vejo que o marxismo cultural avança de maneira mais lenta e seletiva que nas cidades grandes. Mais lenta pelo fato de observarmos que as populações interioranas tendem a preservar algumas (não todas) de suas tradições, bem como ser resistentes a mudanças e alguns modismos. Seletiva porque não são totalmente imunes, porém as populações parecem que ‘escolhem’ quais elementos do marxismo cultural adotarão e estas escolhas geralmente estão nas mãos das elites destas cidades (seja elite financeira, seja elite política, seja outra elite qualquer) que optam por aqueles que lhes convêm, impondo-os à população que os adota como coisas boas, sendo que isto acaba por prejudicar muito mais às camadas mais pobres e carentes da população, como bem mostra Theodore Dalrymple, em seu A Vida na Sarjeta (São Paulo: É Realizações, 2014). Um exemplo cotidiano disso é a liberdade sexual, que caminha junto com a promiscuidade, tão pregada pelos ideólogos do marxismo cultural e pelo feminismo. A liberdade sexual acabou sendo adotada em muitas cidades brasileiras, com uma série de desculpas e mentiras (que eram apresentadas como argumentos) elaboradas pelos mesmos ideólogos e feministas mencionados anteriormente. E qual foi o resultado disso? Somente se agravou a violência e os maus tratos contra a mulher; aumentaram os números de doenças sexualmente transmissíveis e de abortos; as famílias foram destruídas também, com a ampliação também dos números de divórcios, filhos sem pai, abandonados pelos pais ou criados por avós e demais familiares. O pior é que mesmo com o resultado desastroso somente de um elemento do marxismo cultural, que é a liberdade ou revolução sexual, feministas, de maneira ainda mais desonesta, argumentam que todos esses resultados e consequências nefastas às pessoas e à sociedade são culpa do machismo, sendo que na verdade é culpa da doutrina diabólica que elas mesmas professam, assim como em suas argumentações falhas e mentirosas, apresentam uma definição errônea e própria de ‘machismo’, que não condiz com a realidade.

Fiz essa breve digressão não com um intuito de fazer um ataque gratuito ao marxismo cultural (até porque qualquer ataque ao marxismo, de um modo geral, ou, especificamente, ao marxismo cultural é um serviço à humanidade) ou de realizar um palavrório para jactar-me, mas para informar ao leitor que há uma série de municípios brasileiros que vem resistindo ao avanço da ideologia de gênero e de outros elementos do marxismo cultural, com prefeitura, políticos e população contrapondo-se a essas mazelas.

Ao pesquisar notícias anteriores sobre o tema, deparei-me com várias que informam sobre municípios que rejeitaram a agenda de gênero, ao menos nos livros didáticos e nas escolas, como: Macaé (RJ), Prefeito é contra ideologia de gênero; e Niterói, que apesar de a população se opor à ideologia de gênero, o prefeito Rodrigo Neves (PV-RJ) vetou a emenda que excluía o ‘debate de gênero’ em sala de aula (ver a notícia aqui); Imperatriz (MA), Prefeito Madeira sanciona lei que retira ideologia de gênero das escolas; até mesmo a capital de Tocantins, Palmas, se manifestou contra tal armadilha doutrinária, Palmas proíbe discussão sobre ideologia de gênero em sala de aula.

O que fica claro a partir das informações acima é que a esquerda quer impor seu esquema de poder tanto mentalmente, como institucionalmente e não mede esforços para fazê-lo, vale qualquer coisa para o sujeito que pensa somente em instalar uma utopia comunista vindoura: vale mentir, vale roubar, vale subornar, vale matar etc. Afirmo isso porque um dos jargões mais comuns da esquerda brasileira atual é urrar a palavra ‘democracia’ ou ‘democrática’ para tudo, tentando sempre mostrar aos desinformados uma pompa de bondade, neutralidade e preocupação com os pobres que são puramente traços da pseudo-retórica comunista, já conhecida desde meados do século XX, quando as experiências socialistas-comunistas fracassaram em diversos países pelo mundo. Nos dias de hoje, vivem bradando que conquistaram as coisas com o apoio do povo, que apoiam a liberdade, ajudam os pobres e tudo mais. E quem quer se opõe a eles são fascistas (novamente, emprego do termo errado, sendo que os fascistas estão mais alinhados aos socialistas e comunistas do que à direita), amantes da ditadura e opositores da democracia. Falam o tempo todo que foram eleitos e têm apoio da maioria e que seguem as leis, qualquer coisa ou pessoa que se opõem a eles automaticamente estão se opondo à democracia e à legislação.

Puro blá-blá-blá de esquerdista!

Para quem conhece a história do socialismo, sabe muito bem que isso já foi empregado por eles da mesma maneira há anos atrás e em diversos países diferentes. Cai nesse papo furado somente quem não conhece!

Mas solicito ao meu leitor que preste atenção aos fatos!

Grande parte da população brasileira recusa a tal ideologia ou debate de gênero, bem como sua presença em livros didáticos e na escola como um todo.

Até mesmo os próprios representantes eleitos pelo povo, prefeitos e vereadores, aprovaram algum tipo de lei proibindo a agenda de gênero, seguindo todas as vias legais e burocráticas, contando com o apoio da maioria da população.

E o que fazem os políticos governando em prol do movimento comunista mundial, principalmente aqueles vinculados a partidos como PT, PSOL, PSTU, PC do B e afins?

Eles aceitam a vontade do povo e da maioria, quando estas são contra eles? Claro que não.

Eles aceitam que a população e os políticos locais seguiram as vias legais para banir seus esquemas de poder das instituições governamentais? Claro que não.

Então, fica óbvio que a esquerda somente invoca a ‘democracia’, a ‘legalidade’ e outros conceitos, quando estes lhes convêm. Quando não, fazem de tudo para impor suas estratégias, até mesmo a força! Basicamente, a democracia e as leis são usadas somente em interesse da revolução comunista, nada mais do que isso!

O pior é que ainda existe brasileiro que apoia, defende e tenta argumentar a favor dessa ideologia! Mal sabem essas pessoas que estão contribuindo para a destruição de sua própria sociedade e de sua própria nação.

Em outras palavras, estão cavando suas próprias covas!

A deles mesmos e a dos outros também!

88c1c942789d99b359511fe2612013fb

Apenas para provocar! Não há diferentes ‘tipos de família’

ou coisa como ‘família tradicional’ que os esquerdistas procuram ironizar.

Família só tem uma (como a da ilustração acima), o resto improvisação ou gambiarra!

O último ponto que quero comentar relacionado à ideologia de gênero e à resistência da prefeitura de Ariquemes, e de outros municípios, é a qualidade dos livros didáticos escolhidos e impostos pelo MEC a todo o país.

Não me alongarei no tema dos livros didáticos, coisa que deixarei para um artigo vindouro, mas fornecerei informações básicas para o leitor ter uma noção do burocratismo assustador que circunda todo o processo de uma ponta à outra desde a elaboração, sua inscrição no programa do governo e sua escolha pela escola até a aquisição, distribuição etc., bem como perceber que com tamanhos entraves burocráticos é praticamente impossível não haver certos ‘privilégios’ para alguns autores, livros ou editoras que sigam a ideologia esquerdista presente no governo e, consequentemente, no MEC.

O responsável por todo processo é o MEC, é claro. Porém, há um programa específico para os livros didáticos que é o Programa Nacional do Didático (PNLD), com a Coordenação Geral de Materiais Didáticos (COGEAM), sendo o órgão “responsável pela avaliação e seleção das obras inscritas” no PNLD e também no Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE). Até aqui contei quatro órgãos, com seus setores específicos, funcionários, verbas e tudo mais. Mas ainda não acabou! O portal do MEC (de onde as informações anteriores e seguintes foram retiradas) também informa que:

Com relação à compra e à distribuição dos materiais didáticos e literários selecionados pelo Ministério da Educação no âmbito da Secretaria de Educação Básica (SEB), é importante ressaltar que são de responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), cabendo a este órgão também a logística do provimento e do remanejamento dos materiais didáticos para todas as escolas públicas do país cadastradas no censo escolar.

Lembrando ao leitor que o tal censo escolar citado acima é organizado pelo INEP, somando um total de sete órgãos/programas apenas para selecionar, comprar e entregar os livros didáticos. Pensem na logística disso tudo. Um gasto de tempo, espaço, mão de obra e dinheiro público. Isso sem incluir no meio disso tudo a corrupção! Caso a somemos, é impossível saber as despesas somente com os livros.

feb43866-cb95-43a3-b7bd-101957d6cc7f_tHMO4ei

Foto de uns dos livros, que mostra 1° casal gay a adotar criança no Brasil (Fonte: link acima do G1)

(Foto: Ana Claudia Ferreira/ G1)

A população brasileira, com sua mentalidade estatista, considera bom o Ensino Público simplesmente pelo fato de não cobrarem mensalidades e fornecerem todo o material de graça, mas isso somente prova que os brasileiros que possuem tal mentalidade são completamente ignorantes quando o assunto é economia, lembro-me daquele famoso ditado, popularizado por Milton Friedman: ‘Não existe almoço grátis’. Penso também como fazem falta as disciplinas de décadas atrás, Economia Doméstica e Técnicas Comerciais, que poderiam ajudar a sanar essa burrice aguda do brasileiro, quando o assunto é economia. Neste assunto, grande parte dos brasileiros continua acreditando em contos de fada como aquilo que o governo nos dá é bom porque é de graça, ou que o político nos dá essas coisas porque ele é bonzinho. Pois é… Continue mesmo acreditando nisso amiguinho!

Além do primeiro problema do livro didático, sua aparente gratuidade que não é de graça, parto agora para outro ainda mais importante: a qualidade desses livros. Muitos dos livros didáticos são elaborados por professores ideólogos, com formação esquerdista, em instituições esquerdistas que formam uma mentalidade esquerdista neles. Ademais, esse tipo de professor é simpatizante e militante de ideologias e partidos de esquerda, bem como do governo e de seus órgãos. Tudo isso gera um ciclo e uma cultura de livro didático no Brasil ambos dominados pela ideologia de esquerda. O caso mais notável, relembro aos leitores, foi do livro de Mário Schmidt, intitulado Nova História Crítica, que está cheio de erros gramaticais, mentiras para defender o socialismo e demonizar o capitalismo, propaganda socialista-comunista disfarçada de ensino de História e até hoje ninguém sabe quem é tampouco por onde anda o misterioso autor da obra, sobre o assunto ver a matéria de O Globo e o texto no site do Escola sem Partido. E este não é um caso isolado, mas na verdade a regra dos livros didáticos atuais, distribuídos às crianças e professores por todo o Brasil para ensiná-las somente conteúdo da cartilha da revolução cultural gramscista. Se o leitor buscar no Google palavras como ‘doutrinação’, ‘ideologia’, ‘denúncias’, ‘absurdos’ e outras afins, somando-as às palavras ‘livro didático’ encontrará milhares de artigos, reportagens, reclamações etc. sobre a qualidade de material que está circulando para nossas crianças. Não é à toa que as gerações mais novas estejam tão corrompidas e suscetíveis a toda cultura socialista, foram anos do que alguns chamam de doutrinação ou até mesmo de aculturação, todos em sala de aula.

No caso dos livros criticados pelo prefeito e pala população de Ariquemes, vemos como conteúdos de História e Geografia do Ensino Fundamental falam de diferentes tipos de ‘família’, de pares gays (e não ‘casais’) adotando crianças, e dois pais ou duas mães.

É interessante notar que essas são as preocupações maiores dos autores dos livros didáticos, bem como dos professores de nossos filhos! Ensinar o que ocorreu de verdade na história do Brasil, nada disso! Os alunos não aprendem o que significam o ‘7 de Setembro’ ou o ’15 de Novembro’, mas saber da história de pais gays, aí sim! Os alunos não conhecem as regiões, estados ou capitais brasileiras, mas conhecer os tipos alternativos de ‘família’ é que é conhecimento verdadeiro!

Reflitam sobre o que está sendo ensinado aos seus filhos nas escolas agora mesmo e o que está acontecendo com a mentalidade deles!

Não se esqueçam de outra coisa, qualquer sujeito que tenta lutar contra isso é que é considerado errado e até mesmo chega a ser punido por causa disso! Agora é punição para quem tenta salvar nossas crianças!

Depois disso tudo, pensem também em que estágio avançado está o poder do comunismo em nosso país e como ele já tomou quase todos os espaços relacionados ao Ensino. E se a solução é realmente abandonar as gerações mais novas em escolas públicas ou mesmo pagar escolas caras (que estão iguais ou até piores) para livrar nossos filhos disso.

A solução é difícil. Ou é deixar nossos filhos em tais escolas, mas com supervisão constante da família, ou resolver adotar a educação domiciliar (homeschooling), para a criança ser ensinada de verdade, por aqueles que a amam e a querem bem, ou seja, a própria família, e não o governo.

Tagged:

Atualizações exclusivasno seu e-mail

Respeitaremos sua privacidade

429078_9339_1
FilosofiaNotícias
Levamos uma pisa no PISA e os culpados somos nós mesmos!
niall_ferguson-2013-760x427
MundoNotícias
Famoso historiador muda de opinião sobre o Brexit
passengers
MundoNotícias
O filme “Passageiros” veio para causar o choro das feministas e merece seu apoio
Davi Albuquerque

Sou católico e conservador. Doutor em Linguística. Professor de Ensino Médio e Superior nas diversas disciplinas da área de Letras. Atuo também como revisor, tradutor e crítico literário.