FilosofiaNotícias

Levamos uma pisa no PISA e os culpados somos nós mesmos!

1206
0

Já que todo mundo botou um negócio no plano [PNE – Plano Nacional de Educação],

um artiguinho, eu também quero propor um artiguinho no plano:

um bônus para as caboclinhas de Pernambuco e do Ceará conseguirem

se casar com os engenheiros estrangeiros, porque aí eles ficam [no País],

e aumenta o capital humano no Brasil, aumenta a nossa oferta de engenheiros.

 (Cláudio Moura Castro, Audiência Pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, 22 de outubro de 2013)

 

Antes de qualquer coisa, vale explicar ao leitor o que é e do que se trata o PISA. A palavra é uma sigla da língua inglesa, oriunda de Program for International Students Assessment (PISA), que no Brasil se manteve a sigla, porém com o nome de Programa Internacional de Avaliação de Alunos. O teste é aplicado pela Organization for Economic Cooperation and Development (OECD), que em português se trata da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), sendo que esta organização é de natureza intergovernamental que busca um apoio mútuo entre os membros, que são os países industrializados.

O PISA é uma prova que acontece a cada três anos e avalia o conhecimento dos alunos em três áreas: leitura, matemática e ciências. Porém, não se trata de exigir apenas a teoria, uma prova ‘conteudista’, ou, ainda, o famoso ‘decoreba’, como tantos ‘educadores’ brasileiros insistem em denominar os testes em que seus alunos vão mal. No PISA, o que é avaliado é como o conhecimento específico do aluno em cada disciplina tem relação com os demais conteúdos do currículo escolar (no inglês cross-curricular, em português algo como ‘currículo-cruzado’ ou, para uma melhor tradução, interdisciplinar); a capacidade de solução de problemas práticos com base na aplicação das teorias aprendidas; as habilidades desenvolvidas para lidar com a realidade dentro e fora da sala de aula (OECD. Measuring Student Knowledge and Skills: A New Framework for Assessment. Paris: Author, 1999).

Agora, vamos falar do último PISA, que foi aplicado em 2015 e os resultados divulgados há cerca de um mês, ou seja, em dezembro de 2016.

O Brasil, apesar de apresentar uma pequena melhoria em relação aos anos anteriores (comentarei isso mais à frente), obteve notas e colocações sofríveis. Lembrando que foram 72 países que realizaram o teste. O relatório já citado acima apresenta que o Brasil tirou a 63ª posição em Ciências; a 59ª em Leitura; e a 66ª colocação em Matemática. Em pontos, respectivamente: 401 pontos em Ciências, a média da OCDE é de 493; 407 em Leitura, a média é 493; e 377 em Matemática, a média é de 490. Na matéria do Estadão, há a tabela em que se encontram as médias nas três áreas:

ranking-estados-2

E o que o governo e as demais instituições e pessoas ligadas à Educação fizeram?

Procuraram os erros para refletir sobre eles em busca duma possível melhoria? Não.

Apontaram os verdadeiros culpados do fracasso? Não.

Repensaram o modelo de educação e ensino que não está funcionando? Não.

Farão mudanças significativas nas áreas citadas? Não.

Sugeriram modificações na legislação? Não.

A lista do que poderia ser feito e não foi é imensa. Eu poderia continuar citando várias coisas aqui, mas de tão grande somente entediaria o leitor.

Então, o que foi feito? O que é sempre feito pelos representantes de nosso governo e a intelligentsia mantida por ele, como professores, jornalistas, entre outros, culpar quem não tem nada a ver com a história.

A seguir, comentarei as principais respostas e soluções propostas por ‘professores’ e ‘especialistas’ para o leitor acompanhar a quantidade enorme de absurdos que vêm daqueles que deveriam saber sobre Educação e Ensino, bem como melhorar estes dois setores. Mas, como será visto, tais sujeitos estão mais preocupados em manter seus cargos e status, mesmo que isso custe a destruição de toda uma geração e, consequentemente, do futuro de nosso país.

A primeira delas é que ao invés de procurar sanar o problema de nossas escolas, professores, alunos, bem como da valorização do conhecimento em nossa sociedade, quem acaba sendo o culpado é o próprio PISA. Alguns sujeitos apontam defeitos na forma de avaliar, considerando-a inadequada, que não serve para medir conhecimento do aluno tampouco a forma com que o professor anda ensinando, que a prova foca mais em teoria, não é contextualizada etc. Essa falácia possui uma orientação ideológica de esquerda, que acaba por pregar a importância mais sócio-política e revolucionária do ensino (ver, no Brasil, Paulo Freire e todos os malefícios que seus escritos vêm trazendo à nossa Educação e ao nosso Ensino), do que sua função de tornar o sujeito conhecedor da tradição de sua sociedade e de sua civilização, de conhecer e apreciar os valores atemporais, de estar apto a mantê-los e repassá-los, admirar o Belo, o Bom e o Verdadeiro (contraste com a Educação Clássica ou Liberal). O leitor deve saber que em relação a este tópico o Brasil não está sozinho, há um plano para ‘emburrecer’ a população, que é encabeçado por globalistas da ONU e seus tentáculos, principalmente a UNESCO, como prova disso há as obras de Charlotte T. Iserbyt (The Deliberate Dumbing Down of America: A Chronological Paper Trail. Ravenna: Conscience Press, 1999) que apresenta uma série de documentos sobre o Ensino nos EUA, e de Pascal Bernardin (Maquiavel Pedagogo. Campinas: Vide Editorial/Ecclesiae, 2012) que, além de apresentar os documentos, faz uma análise deles e seus resultados perniciosos na França. Conforme apontei acima (se o leitor ainda estiver lembrado), é uma mentira afirmar que o PISA visa somente conhecimentos teóricos, basta lermos o documento sobre o que é medido na avaliação, que traduzirei apenas o trecho abaixo, sobre os conhecimentos científicos, que são chamados de ‘letramento científico’:

(…) letramento científico é definido como:

 A habilidade de lidar com temas relacionados à ciência e com as ideias científicas, como um cidadão reflexivo. Logo, uma pessoa letrada cientificamente está apta para lidar de maneira racional com a ciência e a tecnologia, que requerem competências para:

1 – explicar fenômenos cientificamente: reconhecer, oferecer e avaliar explicações a respeito dos mais variados fenômenos naturais e tecnológicos;

2 – avaliar e elaborar questionamentos científicos: descrever e apreciar investigações científicas, e propor maneiras de efetuar cientificamente questões;

3 – interpretar cientificamente dados e evidências: analisar e avaliar dados, afirmações e argumentos em uma variedade de representações, e formar conclusões científicas apropriadas.

(Kastberg, D.; Chan, J. Y.; Murray, G. Performance of U.S. 15-Year-Old Students in Science, Reading, and Mathematics Literacy in an International Context: First Look at PISA 2015 (NCES 2017-048). U.S. Department of Education. Washington, DC: National Center for Education Statistics, 2016. p. 2).

429078_9339_1

Ademais, seguindo a educação freiriana, grande parte dos professores brasileiros gosta de encher o peito para falar numa soberba sem tamanha que não ensinam somente conteúdos, que seus alunos são formados para serem críticos, cidadãos, politizados e vários outros chavões, que nem eles mesmos sabem o significado (é sério! Basta perguntar a esses professores a definição dessas palavras que eles não saberão responder ou responderão com alguma frase feita, que não condiz com a realidade, tampouco está correta).

Quais são as consequências disso? Um desastre.

Como ensinar alguém a ser crítico, entre outras coisas, se o sujeito não sabe a teoria de nada, não leu a respeito de nada e não possui conhecimento algum para avaliar, comparar e elaborar sua crítica?

O resultado é o que se vê na mentalidade brasileira atual, todo mundo dando opiniões superficiais ou insensatas a respeito de tudo, sem saber nada, nem ao menos do que está sendo discutido. O pior é que como se consideram críticos, cidadãos e politizados, não aceitam ao menos ser contestados e questionados. Não passa pela cabeça deles que possam estar errados! Isso porque na educação freiriana, revolucionária, não há hierarquia (professor e alunos estão no mesmo nível, sendo que o primeiro também não sabe e pode aprender com o segundo, o que é uma inversão completa do processo de Ensino), o que faz com que ninguém possa ser corrigido ou repreendido, bem como o conhecimento teórico quase não possui importância, o que é importante são as práticas vazias (sem a teoria), a politização de todos os aspectos sociais, a inserção de uma série de coisas que não fazem parte da Educação, sendo consideradas como assuntos fundamentais (é só observarmos a preocupação em falar de sexo, homossexualismo, drogas etc. e inserir tais assuntos como conteúdos nos livros didáticos, enquanto os alunos saem da escola sem saber escrever direito ou efetuar as quatro operações). Resumindo, essa história de dizer que a prova enfatiza demais conteúdos teóricos, além de ser ideológica, é mentirosa e sinal de uma educação errada.

O segundo ponto que é constantemente mencionado é a necessidade de o governo investir mais em Educação. Isso não melhora em nada! O aumento do gasto de dinheiro na Educação não é um fator de melhoria por diversos motivos. Apontarei apenas dois aqui. Primeiramente, a relação mais investimento não está diretamente ligada com melhor desempenho, vejam essas palavras do relatório do PISA, retiradas da matéria Brasil mantém últimas colocações no Pisa, de Thaís Paiva, que pode ser lida na íntegra aqui:

(…) Outros países, como a Colômbia, o México e o Uruguai obtiveram resultados melhores em 2015 em comparação ao Brasil muito embora tenham um custo médio por aluno inferior. O Chile, com um gasto por aluno semelhante ao do Brasil (40.607 dólares), também obteve uma pontuação melhor (477 pontos) em ciências.

Em outras palavras, o Brasil, mesmo gastando mais dinheiro em Educação do que muitos países, continuou com resultados sofríveis, enquanto países que gastaram menos, porém de maneira eficaz, obtiveram melhores desempenhos. Vocês lembram também daquela conversa de Dilma de separar 75% dos royalties do Pré-Sal e reservar 10% do PIB todos para a Educação? E para que isso? É aqui que exponho meu segundo argumento. O Brasil pode aumentar a fortuna que for a ser gasta na Educação, mas esta continuará de má qualidade se não for modificada a concepção de Educação e Ensino, e as Legislações; se não melhorarem os professores e tornar a carreira mais atrativa para bons profissionais; se acabarem com o burocratismo no MEC e nas Secretarias de Educação; se não mudarem o sistema de cargos comissionados que assolam este setor, desde cargos de direção, coordenação, funcionários administrativos até mesmo professores; se não tornar a economia mais estável e forte, tornando a escolha de carreiras e o mercado de trabalho mais atrativos; valorizando, enfim, todo o processo educacional e de aquisição de conhecimentos. Sem isso, todo o dinheiro que for injetado na Educação continuará a se esvair, sumindo, sendo desviado ou gasto de maneira irregular, bem como professores e alunos continuarão insatisfeitos, com os primeiros continuando a se sentir desvalorizados e procurando também a corrupção ou largar a área, enquanto os segundos continuarão a ver o Ensino com grande descaso, sendo que para estes há outras vias mais sedutoras de se conseguir uma carreira e dinheiro (se é que vocês me entendem?!).

Outro ponto reiterado é o da valorização do professor. Este para mim é uma faca de dois gumes. Deixe-me explicar. Há duas vertentes que discutem a respeito e têm posições opostas. Uma explica que para melhorar a qualidade da educação, os professores devem ter maiores salários, cursos de formação e atualização, bem como reconhecimento social. A outra contesta ao afirmar que não há ligação entre bom desempenho do professor com bom salário. Eu defendo parcialmente a primeira ideia. A desvalorização financeira (baixos salários, péssimo ambiente de trabalho, carga horária excessiva) e social (desrespeito, ataques constantes, alvo de piadas) que os professores vêm passando acaba por deixar estes profissionais desmotivados, desinteressados e ressentidos com todos os sujeitos envolvidos no ensino (alunos, pais, colegas de trabalho, funcionários) e até com eles próprios. Esses fatores somados resultam no péssimo desempenho dos professores, que não possuem condições nenhuma de se manterem atualizados e capacitados. Ademais, o pior é que isso espanta os melhores alunos de se tornarem professores (as melhores cabeças achincalham os cursos de Licenciatura e procuram passar longe deles) e, da mesma maneira, faz com que bons professores abandonem a área, ficando apenas aqueles que estão em piores condições. Daí é que eu considero um tanto problemático aumentar o salário dos professores indiscriminadamente, pois terá como consequência uma série de profissionais despreparados, sem formação e/ou capacitação e alguns até mesmo com formas de ingresso duvidosas, sendo recompensados com altos salários. Isso somaria mais um problema para a Educação, que já está cheia deles!

Uma coisa que não vejo os chamados especialistas discutirem são os conteúdos estipulados pelo MEC e a qualidade dos livros didáticos (apenas como exemplo, recomendo ao leitor a notícia do prefeito de Ariquemes, Rondônia, que está lutando contra a presença de ideologia de gênero e apologia ao homossexualismo em livros didáticos para crianças, ver a matéria aqui, em breve analisarei isso em outro artigo), que são apenas cartilhas de marxismo cultural, seguindo os conselhos gramscistas. Enquanto os estudantes de países desenvolvidos estão estudando sua língua, como falar, ler e escrever bem; a dominar as quatro operações; os clássicos universais e atemporais; história e geografia sem ideologias ou interesses de partidos políticos; e fazendo ciência de verdade, nossos alunos têm aulas de conteúdos com professores doutrinadores e com livros esquerdistas, sendo que esses estão mais preocupados em ensinar inveja, ódio e ressentimento de classes; todo tipo de relativismo; denegrir as tradições, incluindo os ensinamentos familiares e religiosos; pregar revolução e toda a agenda comunista: gayzismo, drogas, criminalidade, imoralidade, hipersexualidade etc. Repito minha pergunta feita anteriormente. Qual é o resultado disso? O Pisa mostrou! Nossos alunos mal conseguem ler, escrever, efetuar as quatro operações matemáticas e não sabem o básico de ciência. Não posso deixar de enfatizar que enquanto deixarmos o MEC reger o Ensino de nossos filhos esses serão os conteúdos ensinados e, consequentemente, esses serão também os resultados alcançados. O que esperar de um governo de orientação esquerdista? O mesmo governo que está lentamente fazendo uma revolução cultural no Brasil para implantar paulatinamente o socialismo sem o povão perceber? Deixar o Ensino de nossos filhos nas mãos desses psicopatas vai além de irresponsabilidade, é destruí-los mentalmente.

16174639_1834963466741811_2229620660159901837_n

(créditos da imagem: Página de Fernando Holiday no Facebook: https://www.facebook.com/fernandoholiday.mbl/photos/a.1565465310358296.1073741828.1563878917183602/1834963466741811/?type=3&theater)

O interessante por parte do governo em relação aos resultados do Pisa é que alguns dados do relatório foram destacados, outros omitidos por puro interesse. No primeiro grupo está a desigualdade das notas entre os estados, com as melhores sendo de Brasília – DF, e as piores Alagoas e Maranhão (fonte). Isto é uma estratégia clara para reiterar a ‘eterna’ falácia da pobreza da Região Nordeste e, assim, poder enviar mais verba para os estados dessa região e manter o enriquecimento ilícito dos ‘coronéis’ locais, situação que parece que não mudou há mais de um século. O que o governo não menciona é que o DF apresenta um dos maiores salários do Brasil, bem como ambiente de trabalho de qualidade, valorização do professor capacitado e atualizado, e concursos externos e internos constantes, diminuindo a corrupção e os cargos comissionados. O que acontece em grande parte do Nordeste é exatamente o oposto disso. Novamente, o resultado não podia ser outro! No segundo grupo, das informações omitidas, está o fato curioso de que as escolas federais apresentaram notas quase no mesmo nível que os melhores países do mundo, ou seja, se considerássemos apenas as notas das escolas federais brasileiras (Colégio de Aplicação, Colégio Militar, Colégio Pedro II, Escolas Técnicas) estaríamos entre os primeiros da lista do Pisa (fonte). Insisto no que venho afirmando no decorrer deste artigo. Por que as escolas federais tiveram este desempenho notável? Salários altos, bons professores, seleção de alunos e professores, bons alunos, ensino do conteúdo e disciplina escolar são os principais fatores.

Finalmente, para encerrar, vale a pena também mencionar algumas desculpas dos especialistas-governistas para mascarar o problema de nossa Educação e de nosso Ensino. São apontados entre eles: que temos uma cultura de reprovação, que isso não adianta (claro, vamos aprovar e dar um certificado de Ensino Médio a um sujeito analfabeto!); que mesmo com os péssimos resultados ainda apresentamos melhoria (lembram-se do que escrevi lá no início e prometi voltar? Pois é, temos melhorias mesmo! Pelo menos não estamos em último!); como o teste acontece de três em três anos, o problema maior vem do Ensino Fundamental (Não, o problema não é só do Fundamental, o problema é tudo!); deveríamos ter mais investimentos e políticas públicas (é, realmente vamos deixar tudo nas mãos do Estado, ele vem fazendo um ótimo trabalho até agora!); conseguimos aumentar a taxa de escolaridade da população e do número de matriculados (como se isso fosse uma coisa boa! Mais gente perdendo tempo e gastando dinheiro público para sair da escola um analfabeto protótipo de revolucionário); o aumento do tempo de escolaridade resolverá o problema (como já disse anteriormente, mais tempo a ser perdido. Outra coisa, nosso governo e seus especialistas acham que quantidade é sinônimo de qualidade. Só lembrando, se tamanho fosse documento, o elefante seria dono do circo!); outros afirmam que há uma estagnação geral nas médias do Pisa em todos os países (isso mesmo! A nossa estagnou lá embaixo!).

Essas e outras desculpas podem ser lidas em várias matérias e escritos de ‘especialistas’. Separei somente duas para o leitor ter uma amostra desses absurdos, ver aqui e aqui.

Após todas essas desculpas, não podemos deixar de notar que somos nós mesmos os culpados, uns por serem desonestos e elaborarem essas desculpas, visando interesses próprios, em detrimento da nação, outros por serem omissos e covardes, deixando-se apenas ser levados pela maré (vermelha).

E você pode estar se perguntando que fico só criticando tudo e a todos e não proponho solução alguma. É aí que você que se pergunta isso está enganado!

Como solução proponho aos pais que não abandonem a Educação e o Ensino de seus filhos a terceiros. Proponho que não inventem desculpas para não acompanhar de perto, fiscalizando sempre o material didático, conversando sobre o que o professor fala e o que está sendo ensinado e discutido em sala de aula. Proponho também que não vá pelo caminho mais fácil na escolha da escola, preferindo a mais próxima ou mais barato, ou outra coisa qualquer. Procure a ‘menos pior’ (já que não temos as melhores)!

E, para aqueles que realmente amam seus filhos, participem ativamente de sua Educação e de seu Ensino, deixando-os sob sua supervisão. Como? Por meio da educação domiciliar (homeschooling). Para os que não conhecem, procurem saber mais! Para os que já conhecem, procurem pôr em prática. Pelo bem de seus filhos e do futuro de nosso país!

Tagged:

Atualizações exclusivasno seu e-mail

Respeitaremos sua privacidade

15697872_10207937753545239_6723039593875628876_n
NotíciasPolítica
“Stalin matou foi pouco”“Pede ajuda a Olavo de Carvalho”: militantes comunistas depredam sala de professor da UFPE
imagem11
FilosofiaHistória
O mito dos degredados na colonização brasileira. Mais uma falácia!
videoagressao
Notícias
Supremacistas negros torturam deficiente e o forçam a dizer “foda-se, Trump”
Davi Albuquerque

Sou católico e conservador. Doutor em Linguística. Professor de Ensino Médio e Superior nas diversas disciplinas da área de Letras. Atuo também como revisor, tradutor e crítico literário.