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O filme “Passageiros” veio para causar o choro das feministas e merece seu apoio

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Excelente enredo, ótimo roteiro e ótimos atores. O filme “Passageiros” conta com um universo futurista em que as empresas através da livre iniciativa passam a comercializar colonizações para outros planetas, a fim de transportar pessoas que tivessem interesse em iniciar uma “nova vida” e dar pontapé para a construção de um novo legado civilizacional e cultural. O filme gira em torno de um contexto falacioso em que a terra se torna super-populosa e os recursos se tornam demasiadamente escassos, o que já foi provado ser uma falácia neomalthusiana.

Apesar desse clichê teórico respaldar a migração em massa para outros planetas, a empresa oferece serviço de ponta para transportar os clientes para outro planeta em um sistema de hibernação e conservação corporal, mantendo intacta a jovialidade das pessoas até aproximadamente 90 anos até o novo planeta.

O personagem principal é o Jim Preston e sua cápsula de hibernação entra em pane, culminando no seu despertar precoce e antes do tempo. Tendo sua vida completamente arruinada e isolada, Jim conta como companhia apenas um android do bar da nave e tenta de todas as formas possíveis voltar a hibernar, afinal, o trajeto dura 90 anos e seu destino inequivocamente será uma isolação completa. Sem amigos, sem pessoas reais, sem ninguém.

O filme contou com o choro generalizado das feministas, óbvio. E aqui alerto que os parágrafos subsequentes poderão contar com spoilers. O filme sofreu acusação entre as feministas de ser “machista”, “misógino” e “sexista”. Jim Preston ao se ver isolado de qualquer contato interpessoal acaba se apaixonando por uma jovem bela e escritora que hibernava em uma das cápsulas. Não contendo seu sentimento de isolação e sua paixão pela jovem, ele resolve manipular a capsula e despertá-la propositadamente, e fingindo que tudo aconteceu por acidente.

A partir daí, as feministas provavelmente começaram a alegar algo como reforço da “cultura do estupro” ou qualquer outra baboseira alegórica. No decorrer do filme, ambos se apaixonam e começam a viver uma vida isolados na nave, provando a primeira lei dos sexos que o feminismo ignora: o homem não consegue viver sem uma mulher, e uma mulher não vive sem um homem, isso é mútuo. E durante toda a trama, a jovem Aurora, interpretada por Jennifer Lawrence, conta com a liderança do Jim Preston para se sacrificar a todo momento a fim de salvar uma eclosão da nave que sofrem problemas técnicos de aquecimento e perfurações de meteoritos do espaço.

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Toda a dinâmica revela a natureza dos sexos. O homem liderando e se sacrificando pela mulher, e a mulher auxiliando e contando com o sacrifício do homem. E ainda alegam que se tratava de uma trama em que “desqualificava a mulher”, como se a colocasse em posição de inferioridade, ignorando que a todo momento o Jim atendia a todos os caprichos da Aurora e oferecia sua vida por ela. De fato, é um drama para fazer qualquer feminista arrancar os cabelos. E merece todo o seu apoio, valendo cada centavo do seu dinheiro.

Não me interpretem mal. Não é um filme que deva ser apoiado somente pelo motivo das feministas não gostarem, e sim por tratar-se de uma obra de qualidade, com excelente enredo, roteiro e produção. Garanto que não irá se arrepender.

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Graduando em Direito com estudos interdisciplinares em Economia, Filosofia e Ciências Políticas.