MundoNotícias

O filme “Passageiros” veio para causar o choro das feministas e merece seu apoio

9555
0

passengers

Excelente enredo, ótimo roteiro e ótimos atores. O filme “Passageiros” conta com um universo futurista em que as empresas através da livre iniciativa passam a comercializar colonizações para outros planetas, a fim de transportar pessoas que tivessem interesse em iniciar uma “nova vida” e dar pontapé para a construção de um novo legado civilizacional e cultural. O filme gira em torno de um contexto falacioso em que a terra se torna super-populosa e os recursos se tornam demasiadamente escassos, o que já foi provado ser uma falácia neomalthusiana.

Apesar desse clichê teórico respaldar a migração em massa para outros planetas, a empresa oferece serviço de ponta para transportar os clientes para outro planeta em um sistema de hibernação e conservação corporal, mantendo intacta a jovialidade das pessoas até aproximadamente 90 anos até o novo planeta.

O personagem principal é o Jim Preston e sua cápsula de hibernação entra em pane, culminando no seu despertar precoce e antes do tempo. Tendo sua vida completamente arruinada e isolada, Jim conta como companhia apenas um android do bar da nave e tenta de todas as formas possíveis voltar a hibernar, afinal, o trajeto dura 90 anos e seu destino inequivocamente será uma isolação completa. Sem amigos, sem pessoas reais, sem ninguém.

O filme contou com o choro generalizado das feministas, óbvio. E aqui alerto que os parágrafos subsequentes poderão contar com spoilers. O filme sofreu acusação entre as feministas de ser “machista”, “misógino” e “sexista”. Jim Preston ao se ver isolado de qualquer contato interpessoal acaba se apaixonando por uma jovem bela e escritora que hibernava em uma das cápsulas. Não contendo seu sentimento de isolação e sua paixão pela jovem, ele resolve manipular a capsula e despertá-la propositadamente, e fingindo que tudo aconteceu por acidente.

A partir daí, as feministas provavelmente começaram a alegar algo como reforço da “cultura do estupro” ou qualquer outra baboseira alegórica. No decorrer do filme, ambos se apaixonam e começam a viver uma vida isolados na nave, provando a primeira lei dos sexos que o feminismo ignora: o homem não consegue viver sem uma mulher, e uma mulher não vive sem um homem, isso é mútuo. E durante toda a trama, a jovem Aurora, interpretada por Jennifer Lawrence, conta com a liderança do Jim Preston para se sacrificar a todo momento a fim de salvar uma eclosão da nave que sofrem problemas técnicos de aquecimento e perfurações de meteoritos do espaço.

Related image

Toda a dinâmica revela a natureza dos sexos. O homem liderando e se sacrificando pela mulher, e a mulher auxiliando e contando com o sacrifício do homem. E ainda alegam que se tratava de uma trama em que “desqualificava a mulher”, como se a colocasse em posição de inferioridade, ignorando que a todo momento o Jim atendia a todos os caprichos da Aurora e oferecia sua vida por ela. De fato, é um drama para fazer qualquer feminista arrancar os cabelos. E merece todo o seu apoio, valendo cada centavo do seu dinheiro.

Não me interpretem mal. Não é um filme que deva ser apoiado somente pelo motivo das feministas não gostarem, e sim por tratar-se de uma obra de qualidade, com excelente enredo, roteiro e produção. Garanto que não irá se arrepender.

Tagged:

Atualizações exclusivasno seu e-mail

Respeitaremos sua privacidade

videoagressao
Notícias
Supremacistas negros torturam deficiente e o forçam a dizer “foda-se, Trump”
suspects
Notícias
Supremacistas negros que atacaram branco com deficiência estão em custódia
Gunman Pizza Shop
MundoPolítica
Globalistas partem para ofensiva contra mídia independente
Filipe Altamir

Graduando em Direito com estudos interdisciplinares em Economia, Filosofia e Ciências Políticas.