Mundo

Sobre a globalização

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  1. Introdução

Globalização é utilizado genericamente significando o fenômeno da disseminação de processos globais que extrapolam os limites das fronteiras nacionais e influenciam as culturas, as economias, as liberdades e até as organizações políticas dos países, em escala mundial. Sahid Maluf fala da globalização como “um processo de internacionalização de regras de convivência ou interferência política entre países, impulsionado por fatores da produção e da circulação do capital em âmbito internacional, movidos pela força propulsora da revolução tecnológica”(MALUF,2013).

  1. O debate sobre a globalização

A globalização trouxe com ela um debate sobre seu conflito com os Estados Nacionais, que sofrem com o sério problema da dissolução de suas culturas e instituições diante desta grande interação mundial. Sobre isso Miguel Reale pontuou que “por mais que constitua um fenômeno inevitável, capaz de produzir os esperados, mas ainda não comprovados resultados benéficos para a humanidade, (a globalização) se desenvolva antes como uma gradativa mundialização […] Pode-se mesmo dizer que os riscos da globalização aumentam a responsabilidade dos Estados, que não podem deixar de salvaguardar o que é próprio e peculiar de cada nação“(REALE, 1997).

  1. A Globalização econômica
    • Introdução

A globalização, como bem pontuou Sahid Maluf, é impulsionada pelas interações econômicas entre os países, e em fato, em pleno 2015 é muito difícil pensar em um país completamente isolado economicamente de todos os outros. As trocas comerciais implicam tanto no intercâmbio de pessoas de diferentes países como na circulação de capital, e essas trocas geram polêmicas entre os doutrinadores. As abordagens proeminentes sobre esse aspecto da globalização são as liberais e as marxistas.

  • A globalização econômica em uma perspectiva liberal

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Os liberais possuem uma posição romântica, e valoram positivamente a globalização. Para os liberais, a globalização tem o poder de libertar os povos de seu isolamento, tornando possível a livre interação entre pessoas e ideias diferentes, promovendo o respeito e o conhecimento entre as diversas culturas. Como pontua a economista Elisa Martins “Espelhando a simples dinâmica de um mercado local, o processo de globalização revela quão perfeita é a sincronia quando os indivíduos são livres para buscarem a satisfação das suas próprias vontades”(MARTINS, 2009).

Em Adam Smith podemos aprender que a divisão do trabalho é limitada pela extensão do mercado, como ele pontua: “Quando este (o mercado) é muito restrito, ninguém se sente disposto a dedicar-se completamente a uma única tarefa, pois não consegue trocar todo o excedente do seu trabalho, de que não necessita, pelo excedente da produção dos outros homens, em que está interessado”(SMITH,1974). Dessa maneira, a globalização à medida que transforma o mundo em um único mercado global, promove o encontro entre todos os produtores do mundo e torna possível a máxima divisão do trabalho, trazendo prosperidade a todas as partes envolvidas.

Os liberais argumentam que a globalização tem se mostrado a maneira mais eficiente de aumentar o bem-estar do maior número de pessoas ao redor do mundo. Argumento que é empiricamente fundamentado sobre o fato que nos últimos 30 anos, período de avanços tecnológicos que permitiram uma intensificação da globalização, 800 milhões de pessoas livraram-se da miséria, tendo também maior acesso ao sistema de saúde, escolas e informação.

O livre fluxo de capitais entre as nações, na concepção liberal, permitiria uma melhor distribuição de riqueza e aumento de salários nos países em desenvolvimento. O economista holandês Ludwig Von Mises explica que as políticas de um país que deseja elevar seu padrão de vida devem estar voltadas para o aumento do capital investido per capita, e criticou aqueles que defendem políticas de protecionismo “Como podem estes países falar de industrialização, da necessidade de criar novas fábricas, de atingir melhores condições econômicas, de elevação do padrão de vida, de obtenção de padrões salariais mais elevados, de implantar melhores meios de transporte, se adotam uma prática que terá exatamente o efeito oposto? ”. (MISES, 1988)

  • A visão Marxista sobre a globalização econômica

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Os marxistas possuem uma visão mais trágica da globalização, valorando esta negativamente. Podemos entender a globalização na concepção marxista como a mobilidade do capital e transferência de bens e serviços, isso incluindo informação, através de fronteiras. Karl Marx no século XIX argumentou que a expansão do mercado iria se desenvolver, Marx via que a burguesia, de acordo com a natureza do sistema deveria sempre se revolucionar, encontrando sempre maneiras mais baratas e rápidas de desenvolver seu capital. Como Marx mesmo colocou “A necessidade de um mercado em expansão constante para seus produtos persegue a burguesia por toda a superfície do globo. Precisa instalar-se em todos os lugares, acomodar-se em todos os lugares, estabelecer conexões em todos os lugares. ” Marx e Engels (1988).

Os marxistas também pontuam sobre como essas informações se expandindo e as trocas continuas entre as pessoas ao redor do globo acabam destruindo as tradições e os costumes particulares em seu processo. Eric Hobsbawn famoso Historiador marxista numa entrevista à BBC disse que: “[…] a globalização – que está implícita no capitalismo -, não apenas destrói uma herança de tradição como também é incrivelmente instável: opera por meio de uma série de crises”. Com isso podemos perceber que sobre uma visão marxista a globalização além de ser um mal se torna extremante instável e nociva para a sociedade.

Vladimir Lênin, seguidor de Marx com maior influência política e figura importante na revolução russa, também colocou que a globalização leva necessariamente ao imperialismo, como ele pontua: “O imperialismo surgiu como desenvolvimento e continuação direta das características fundamentais do capitalismo em geral. Mas o capitalismo só se transformou em imperialismo capitalista quando chegou a um determinado grau, muito elevado, do seu desenvolvimento, quando algumas das características fundamentais do capitalismo começaram a transformar-se na sua antítese, quando ganharam corpo e se manifestaram em toda a linha os traços da época de transição do capitalismo para uma estrutura econômica e social mais elevada”. (LENIN, 1988)

  1. Os blocos internacionais

Na ordem internacional, a globalização se faz presente por meio da formação de blocos integrados por Estados soberanos, unidos através de tratados e convecções, os quais estabelecem as regras a serem respeitadas mutuamente. Os blocos internacionais atualmente existentes foram classificados por Sahid Maluf segundo os processos de integração que tenham adotado na constituição de suas estruturas orgânicas, podendo ser “blocos intergovernamentais” ou “blocos supranacionais”.

  1. a) Bloco intergovernamental: É o processo de integração onde é subordinada as decisões do bloco à vontade política dos Estados-membros, ou seja, dependem da aprovação de cada Estado-membro para serem efetivas.
  2. b) Bloco supranacional: Cada país cede ou transfere parcelas de suas soberanias a um órgão comum, admitindo que as decisões tomadas por esse ógão se tornem de obediência interna obrigatória, independentemente de qualquer manifestação política ou legislativa interna.

Entre os blocos intergovernamentais tempos o Mercosul (entre os países da américa latina), NAFTA(entre os países da américa do norte, apesar de estar aberto a todos os Estados da América Central e do Sul), ALADI(Entre países latino americanos), CAN(Países da américa latina, como Bolívia, Colômbia Equador e peru, sendo Chile, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai associados e México e Panamá observadores), CAPRICOM(Países do caribe), EFTA(Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça), SADC(Países da África Austral), ANZCERTA(Austrália e Nova Zelândia), AZEAN(Sudeste asiático) e APEC(entre Ásia e países do pacífico). Entre os blocos supranacionais que possuem um órgão comum do qual emanam regras que, uma vez promulgadas, são automaticamente inseridas no ordenamento jurídico de cada país-membro, temos a União Europeia.

  1. As forças globalistas
    • Definição

Quando falamos de globalização e da relação deste fenômeno com os Estados Nacionais soberanos, é inevitável comentar sobre os projetos de unificação do mundo inteiro sobre um mesmo corpo político, que ganharam um novo impulso com os avanços tecnológicos e militares da modernidade. Podemos dividir esses projetos, de acordo com a natureza de seu interesse, entre “ideológicos” ou “imperialistas”. Os projetos ideológicos são aqueles cujo objetivo é criar uma unidade mundial pautada em uma só religião ou ideologia, já os projetos imperialistas são aqueles que desejam subverter todas as identidades nacionais em prol dos interesses nacionais dos países que a projetam.

  • A atuação histórica das forças globalistas

O mundo antigo está recheado de casos de países com intentos imperialistas, seja por ele ser governado por uma orgulhosa aristocracia guerreira, seja por motivos de expansão religiosa. Os antigos viam na arte da guerra algo honroso, em um sentimento bem expressado por Julius Evola, “O momento que um indivíduo tem sucesso em viver como herói, mesmo que no momento final da sua vida terrestre, pesa infinitamente mais na escala de valor que uma existência gasta consumindo monotonamente as trivialidades da cidade” (EVOLA,2011). Os intentos imperialistas do passado foram frustrados pela falta de tecnologia para empreender guerra, fazer a manutenção do território conquistado e conectar o poder do país dominante aos dominados.

Como exemplo de imperialismo no mundo antigo podemos citar o império romano, as conquistas de Alexandre da Macedônia ou mesmo o império Hindu, que leva no seu código (o código de Manu), especificamente no artigo 667, a obrigação moral dos Ksatryias, a casta dos guerreiros, de guerrear e anexar os países que ainda não estavam sobre o seu comando.

De acordo com o artigo da enciclopédia virtual da universidade de Stanford, no mundo cristão o poeta italiano Dante (1265-1321) foi talvez quem melhor articulou o ideal de uma unidade governamental, expressada em um mundo governado por um monarca universal. Em “O banquete”, Dante argumenta que guerras e todas suas causas seriam eliminadas caso houvesse a instauração de um governo monárquico mundial, afinal, um rei que possuísse tudo, não teria nada a mais para ambicionar ou corromper.

Entre clássicos da ciência política e filosofia ocidental moderna, Rousseau, Hobbes e Kant comentaram sobre o tema. Hobbes comentou que um governo mundial é desnecessário (sendo o primeiro a se articular contra tal intento), mas ele acreditava no desenvolvimento de uma ordem entre estados (como a common wealth) como possível e desejável. Rousseau também achava um governo mundial desnecessário, desde que as sociedades particulares seguissem seu modelo de contrato social. Já Kant pontua que o governo mundial é um final inevitável da história humana, ele fala no seu livro “Paz perpetua” (1795) sobre “um estado internacional, que iria necessariamente continuar crescendo até embraçar todas as pessoas da terra”.

Aproximando do tempo em que vivemos, nós temos por exemplo Albert Einsten em 1942 defendendo um governo mundial para assegurar a paz, como ele coloca: “Um governo mundial deve ser criado para que possamos resolver conflitos entre nações por decisão judicial. Esse governo deve se basear em uma constituição clara que é aprovada pelos governos e nações e que dá toda disposição a ela das armas ofensivas”. Em 1945 Emery Reves comentou sobre os Estados Nacionais em “The Anatomy of Peace” chamando os Estados Nacionais de “Bastilha moderna”, independentemente de suas ideologias.

No contexto da Guerra Fria (1945-89), a divisão do mundo em dois campos ideologicamente opostos – liderados pelos Estados unidos de um lado e a União Soviética do outro – produziu uma desconfiança mutua que permeou a recepção de todas as propostas de governo mundial.

Do Lado Soviético existia a proposta marxista leninista de um governo mundial socialista. Lênin recorreu a Marx para argumentar que a classe proletária necessitaria tomar o aparato coercitivo do Estado para oprimir resistentes e exploradores, contudo, Lenin estava comprometido com uma revolução mundial, e via no Estado “um órgão de controle de classe”. A união soviética interferiu na política de todo mundo seja através da KGB (que foi o maior serviço secreto do mundo) seja através do seu próprio exército.

Do lado Americano houve uma tentativa de resistir ao intento de governo mundial soviético através do financiamento de oposições moderadas pelo mundo, como aponta Olavo de Carvalho “A política adotada desde então por todos os governos americanos (exceto Reagan) para com o terceiro mundo, na base de combater a ‘extrema esquerda’ mediante o apoio dado à ‘esquerda moderada…’”(Carvalho,2014). Mas ao mesmo tempo que a nação americana por um lado resistia ao intento de governo global soviético, por outro surgia dentro de seu próprio seio uma movimentação da burguesia para a “eternização do oligopólio” contra o Estado liberal americano e a favor da centralização econômica.

  • O atual panorama da atuação das forças globalistas

As forças históricas que disputam o poder no mundo atualmente articulam-se, de acordo com Olavo de Carvalho, em três projetos de dominação global: o “russo-chinês”, o “ocidental” e o “islâmico”.

Os agentes desses projetos, respectivamente, são: A elite governamental da Rússia e da China, especialmente os serviços secretos desses dois; A elite financeira ocidental, tal como representada especialmente no Clube de Bildenberg, no Council on Foreign Relations e na Comissão Trilateral; A Fraternidade Islâmica, e as lideranças religiosas de vários países islâmicos assim como também alguns governos muçulmanos.

No caso russo-chinês o projeto globalista corresponde simetricamente aos interesses nacionais (portanto é o único projeto que podemos classificar como imperialista) e os agentes principais são os respectivos Estados e governos. Essa peculiaridade de ter um esquema tipicamente geopolítico acontece pela simples razão de que o regime comunista, vigorando ali por décadas, dissolveu ou mesmo eliminou todos os demais agentes políticos possíveis, sendo que mesmo após a queda do comunismo, o legado da sociedade civil não influenciar a política do país permaneceu forte.

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(AP Photo/Alexander Nemenova, Pool, File)

Já a elite globalista do Ocidente não representa nenhum interesse nacional e não se identifica com nenhum Estado ou governo em particular (sendo então um projeto ideológico), embora domine muitos deles. Essa elite pode ser entendida tanto como um grupo de bilionários que anseiam um governo global sobre seu controle para garantir a manutenção de suas fortunas, como também pode ser entendido como uma ideologia em estrito senso, uma revolta contra a fragmentação dos governos, nas palavras do defensor G.H. Wells “…conspiração, contra os governos fragmentados e insuficientes e as espalhadas, ganâncias, apropriações, faltas de jeito, e desperdícios que estão acontecendo”  (WELLS, 2009).

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Os globalistas islâmicos atendem, em princípio, a interesses gerais de todos os Estados muçulmanos, unidos no grande projeto do Califado Universal. Divergências particulares produzidas por choques de interesses nacionais não têm sido suficientes para abrir feridas insanáveis na unidade do projeto a longo prazo. A fraternidade islâmica, condutora maior do processo, é uma organização transnacional: ela governa alguns países, em outros está na oposição, mas sua influência é onipresente no mundo islâmico.

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  1. Conclusão

O período de globalização em que vivemos é alvo de debates fervorosos e apaixonados entre as diversas ideologias. O grande fato é que cada vez mais estamos em uma “aldeia global”, graças a evolução nos meios de transporte e nas telecomunicações. No passado, para a realização de uma viagem entre dois continentes eram necessárias cerca de quatro semanas, hoje esse tempo diminuiu drasticamente, e isso sem dúvida afeta a maneira como pensamos os Estados nacionais e suas determinadas soberanias.

A globalização foi pensada durante esse texto nas perspectivas econômicas, políticas e sociais que ela implica. Podemos ver que a globalização trouxe uma grande interação entre os mercados dos diversos países, tornando possível uma optimização da divisão do trabalho e uma consequente melhora nos indicadores sociais. Mas de maneira paradoxal ao mesmo tempo que a globalização trouxe desenvolvimento aos países, também trouxe a eles a dissolução de sua soberania e a sua submissão a interesses alheios a si mesmo, com projetos bem representados pela “Nova ordem Mundial” dos capitalistas do ocidente, o projeto Eurasiano e o projeto do califado mundial.

Paradoxal também é ver que a mesma tecnologia que une os povos, que promove a integração, que possibilita o escoamento de bens e serviços, também tem seu lado negativo, como bem comenta Hans Herman Hoppe “Sou cético, entretanto, quanto à capacidade de revoluções tecnológicas, por si sós, trazerem progresso moral e um avanço rumo a mais liberdade.  Estou mais propenso a crer que a tecnologia e os avanços tecnológicos são “neutros” quanto a esse aspecto.  A internet pode ser utilizada tanto para revelar e disseminar a verdade quanto para difundir mentiras e confusão.  Ela nos deu possibilidades fantásticas de evadirmos e sobrepujarmos nosso inimigo, o estado; mas ela também deu ao estado possibilidades inéditas de nos espionar e nos arruinar”.

Podemos então resumir o exposto dizendo que: a globalização é uma faca de dois gumes. É necessário não olhar a globalização apenas na perspectiva romântica liberal, mas também em uma perspectiva crítica, em que observamos que as particularidades de cada nação são destruídas em face ao domínio de interesses que não os deles mesmos, fazendo assim o poder político dos Estados Nacionais cair nas mãos das grandes elites que tem todo o aparato tecnológico para restringir liberdades civis.

Referências

  1. HOBSBAWN, Eric.Crise expõe perigo de fortalecimento da direita, diz Hobsbawn. Disponível em: <http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081021_hobsbawncrise_fp.shtml>. Acesso em: 25 maio 2015.
  2. MARX, Karl; ENGELS, Friederic.O manifesto comunista. São Paulo: Paz e Terra, 1988.
  3. MALUF, Sahid.Teoria Geral do Estado. São Paulo: Saraiva, 2013.
  4. O estado de S. Paulo, 15 nov. 1997, p. A-2
  5. LENIN, Vladimir Ilich.O imperialismo, fase superior do capitalismo. São Paulo: Avante!, 1984.
  6. EVOLA, Julius.Metaphysics of War. Londres: Arktos Media, 2011.
  7. Lu, Catherine, “World Government”,The Stanford Encyclopedia of Philosophy (Fall 2012 Edition), Edward N. Zalta (ed.), URL = <http://plato.stanford.edu/archives/fall2012/entries/world-government/>.
  8. CARVALHO, Olavo de.O minimo que você precisa saber para não ser um idiota. São Paulo: Record, 2014
  9. CARVALHO, Olavo de; DUGUIN, Alexandr.Debate: What are the historical, political, ideological and economic factors and actors that now define the dynamics and configuration of power in the world and what is the U.S. position in what is known as New World Order? Disponível em: <http://www.olavodecarvalho.org/textos/110307debate.html>. Acesso em: 25 maio 2015.
  10. WELLS, G.h..The open conspiracy.Londres: Arktos Media, 2009.
  11. HOPPE, Hans Herman.Democracia, estado, ouro, liberdade, direitos autorais, bancos e governo mundial. Disponível em: <http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=943>. Acesso em: 25 maio 2015.
  12. Martins, Elisa Lucena, Um olhar sobre a globalização, disponível em:<<http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=274>>. Visto em: 26 de maio de 2015
  13. SMITH, Adam. Investigação sobre a natureza e as causas da riqueza das nações. Abril Cultural: São Paulo: 1974.
  14. Índice de Liberdade Econômica 2008 – The Heritage Foundation. Disponível em: <<http://www.heritage.org/index/countries.cfm>>
  15. MISES, Ludwig Von. As Seis Lições(tradução de Maria Luiza X. de A. Borges) – 6.ed. – Rio de Janeiro: Instituto Liberal. 1998.  p. 77

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